São Paulo, sexta-feira à tarde, shopping Pátio Paulista.
O protagonista compra ingressos e entra no cinema pra ver um filme de terror.
A sala está repleta de adolescentes, todos com os hormônios à flor da pele, cabelos e figurinos que já não condizem com a realidadedo protagonista.
Eles não param de brincar de pedir silêncio e de gritar gracinhas ou xingamentos durante boa parte do filme.
O protagonista se irrita e sai da sala batendo a porta.
Um funcionário meio sonso dirige-se a ele e ao mesmo tempo a gerente do cinema sai de sua sala gerencial assustada e pergunta o que aconteceu.
O protagonista diz, ainda visivelmente irritado, que quer seu dinheiro de volta, afinal pagou bem caro pra não conseguir ver um filme direito.
Enquanto o funcionário meio sonso diz que se os clientes não avisarem, eles não podem fazer nada, a gerente entra na sala pra "conferir" o que está acontecendo.
O protagonista retruca ao funcionário meio sonso. Diz que é um absurdo eles não monitorarem as salas pra saber o que está acontecendo.
- O projetista está dormindo, por acaso?! - diz o exaltado protagonista.
Soa o rádio do funcionário meio sonso. É a gerente solicitando que o protagonista entre na sala. Ele entra e ela pede pra ele indicar qual é o grupinho que está causando alvoroço.
O protagonista olha pra tela enquanto controla-se pra não ser mais estúpido do que o necessário. O filme ainda está rodando.
- Você não está entendendo... - fala o protagonista - A sala inteira está fazendo barulho. - Mas, senhor, é um filme de terror! As pessoas não vão ficar em silêncio o tempo todo.
O protagonista explica, então, à pobre e inocente criatura que as pessoas não estavam fazendo barulho por causa do filme. A gerente, afinal, não deve saber que adolescentes podem ser bobos.
A gerente chama o funcionário meio sonso e pede-lhe que faça o ressarcimento do dinheiro do protagonista.
O protagonista acompanha o funcionário meio sonso até o caixa. Ele está frustrado.
Tudo o que queria era assistir um filme sexta-feira à tarde e não conseguiu.
Beijos e abraços.
O protagonista compra ingressos e entra no cinema pra ver um filme de terror.
A sala está repleta de adolescentes, todos com os hormônios à flor da pele, cabelos e figurinos que já não condizem com a realidade
O protagonista se irrita e sai da sala batendo a porta.
Um funcionário meio sonso dirige-se a ele e ao mesmo tempo a gerente do cinema sai de sua sala gerencial assustada e pergunta o que aconteceu.
O protagonista diz, ainda visivelmente irritado, que quer seu dinheiro de volta, afinal pagou bem caro pra não conseguir ver um filme direito.
Enquanto o funcionário meio sonso diz que se os clientes não avisarem, eles não podem fazer nada, a gerente entra na sala pra "conferir" o que está acontecendo.
O protagonista retruca ao funcionário meio sonso. Diz que é um absurdo eles não monitorarem as salas pra saber o que está acontecendo.
- O projetista está dormindo, por acaso?! - diz o exaltado protagonista.
Soa o rádio do funcionário meio sonso. É a gerente solicitando que o protagonista entre na sala. Ele entra e ela pede pra ele indicar qual é o grupinho que está causando alvoroço.
O protagonista olha pra tela enquanto controla-se pra não ser mais estúpido do que o necessário. O filme ainda está rodando.
- Você não está entendendo... - fala o protagonista - A sala inteira está fazendo barulho. - Mas, senhor, é um filme de terror! As pessoas não vão ficar em silêncio o tempo todo.
O protagonista explica, então, à pobre e inocente criatura que as pessoas não estavam fazendo barulho por causa do filme. A gerente, afinal, não deve saber que adolescentes podem ser bobos.
A gerente chama o funcionário meio sonso e pede-lhe que faça o ressarcimento do dinheiro do protagonista.
O protagonista acompanha o funcionário meio sonso até o caixa. Ele está frustrado.
Tudo o que queria era assistir um filme sexta-feira à tarde e não conseguiu.
Beijos e abraços.




